quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
São todas vadias ordinárias.
Saí de meu quarto, passei pela sala, depois fui à geladeira tomar uma água, afinal de contas é dezembro e faz calor no Rio de Janeiro...
Tudo isso com o intuito de tomar um banho quando subitamente o vejo passar, aquele inseto, não pude acreditar!
Era uma barata, aquele asqueroso animal passou por debaixo da porta, maldito.
Ousou entrar em meu território... todas aquelas patas, o arisco...
Duvido, perdi-o de meu olhar, me tapeou.
O que fazer? Estou a pensar... Mas não consigo raciocinar aquela nojenta, petulante!
Cadê o inseticida? Cadê o chinelo? O chinelo!... Está no banheiro. Deixe-me lembrar o que meu pai sempre fazia... Já sei, tacava nela. E agora, como faz isso ?
Minhas mãos tremem, aquela ordinária sabe como me aborrecer !
Lembrei!, é só mirar e tacar!
Errei...
De novo, pense com calma .
É só mirar e tacar!
Bingo!
Matei aquela vadia.
Agora , - por favor um bom vinho num copo de plástico descartável.
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